domingo, 20 de setembro de 2015

Encontro da Casa da Partilha



“Jesus não teme às perguntas dos homens, da humanidade… Pelo contrário, conhece o profundo do coração humano e, como bom pedagogo, está sempre disposto a acompanhar-nos. Fiel ao seu estilo, ele assume os nossos interrogativos, aspirações, conferindo-lhes um novo horizonte; dá uma resposta que propõe novos desafios; propõe a lógica do amor; uma lógica capaz de ser vivida por todos, porque é para todos”...
“Servir significa, em grande parte, cuidar da fragilidade: cuidar dos mais fracos das nossas famílias, da sociedade, do povo, que são os rostos sofredores, indefesos e angustiados, que Jesus convida a amar. Trata-se de um amor que se traduz em ação e decisão, que convida a defender, assistir, servir. Ser cristão é servir e lutar pela dignidade dos irmãos e não nossa. Todos somos chamados, por vocação cristã, a servir. Isto não quer dizer servilismo, mas promoção da pessoa humana”...
“Convido-os a cuidar desta vocação, a cuidar destes dons que Deus lhes deu, mas, sobretudo, convido-os a cuidar e servir, de modo especial, da fragilidade dos seus irmãos. Não se descuidem deles por causa dos seus projetos, que podem parecer sedutores. Somos testemunhas da força da ressurreição de Jesus, para a construção de um mundo novo”.
[Papa Francisco em discurso em Cuba, 20/09/2015]



Irmas e Irmãos,

Mais uma vez na alegria do encontro e da articulação do Povo do Deus ousamos nos reunir na Casa da Partilha.

Se aproxima cada vez mais nosso grande 28° Encontro das CEBs de nossa Arquidiocese. Nessa expectativa e organização vamos nos reunir para refletir sobre o tema e lema do 28° e ver como estão os andamentos das equipes de serviços do encontro.

Venham! Vamos juntas e juntos construir esse encontro.

O que: Casa da Partilha
Quando: 27 de setembro
Que horas: 14hs
Onde: Comunidade Sagrado Coração de Jesus- Rede de Comunidades Sagrado Coração de Jesus
Rua Marechal Mallet, 112 – Bairro Harmonia - Canoas 

Como chegar:
-Trensurb – Estação Canoas – ônibus integração Harmonia (VICASA), descer em Surdinas Zandoná (R. República com a Clóvis Biviláqua – voltar pela Eça de Queiroz, Carlos Gomes e Marechal Mallet).
-Trensurb – Estação Canoas (descendo à pé – 15 minutos), pegar a Rua Coronel Vicente, Saldanha da Gama, Coronel Camisão, Marechal Mallet.
-Porto Alegre (empresa VICASA - Viaduto da Conceição), descer em Surdinas Zandoná (R. República com a Clóvis Biviláqua – voltar pela Eça de Queiroz, Carlos Gomes e Marechal Mallet).
-Centro de Canoas (lado direito do trensurb), empresa SOGAL, Linha Vila Cerne, descer na parada 42.
-Centro de Canoas (lado direito do Trensurb), empresa SOGAL, Linha Porto Belo, descer na parada 42.

- Contato: Fr. Wilson – 9991-1668 ou Secretaria – 34722883


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Pequenas reflexões sobre o tema e lema do 28° Arquidiocesano das CEBs de PoA.


Costurando Novas Realidades - Com os olhos na vida do Povo

    Gestar, pensar, organizar um encontro não é tarefa fácil, ainda mais quando este não é qualquer encontro. Os encontros das CEBs de nossa Arquidiocese de Porto Alegre são os grandes momentos de celebração da nossa caminhada, partilha das experiências comunitárias, e também um momento de sonhar novos rumos.
    Assim, como em toda caminhada das comunidades, o 28° Encontro Arquidiocesano das CEBs vem sendo construído em mutirão. Sua construção parte do chão que pisamos, das experiências, sedes e anseios de cada militante das comunidades. Esta foi tarefa primeira pra sabermos o que queríamos desse encontro. A partir das nossas próprias realidades começamos a dar corpo pro 28°. Tarefa segunda foi escolher uma temática.
    Tendo em vista que essa temática deve ressoar na vida das comunidades pelos próximos dois, três anos, a tarefa de começarmos a delinear Tema e Lema foi importantíssima para nossa construção. Tínhamos presente que a escolha da temática sempre procura estar em sintonia com a caminhada das CEBs a nível estadual e nacional. Como no momento não tinham sido escolhidas essas temáticas, nos propomos a seguir adiante em nossas escolhas. Mas não estávamos muito longe, pois, as reflexões tanto a nível estadual como nacional seguiram pelo mesmo caminho.
Em nossa construção foram surgindo apontamentos importantes e profundos que nos deram base pra nossa escolha:

- As realidades de nossas comunidades;
- As várias transformações das realidades sociais e eclesiais:
- Os novos excluídos/as da sociedade - como ser voz profética neste contexto?
- As juventudes, o diálogo com as minorias da sociedade;
- A mobilidade urbana;
- A desigualdade social – O capitalismo destruindo a vida e levantando nossos clamores: pobreza, câncer, violência, lixo, ameaça ecológica, etc;
- Protagonismo Popular X Poder das Elites;
- As Comunidades Proféticas - A Igreja a serviço da justiça; a nova sociedade protagonizada pelos Profetas de ontem e hoje; o momento eclesial, com a abertura do Papa Francisco que deseja uma “Igreja em saída”, mais Samaritana que dialogue com as minorias.
- Os ecos do 13º Intereclesial, com seu Tema e Lema: Como dar continuidade?
- A Campanha da Fraternidade de 2015, que tem como tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). Inserindo a campanha nas comemorações do jubileu do Concílio Vaticano II, com base nas reflexões propostas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e a Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão da Igreja no mundo.
 - o Jubileu dos 50 anos do Concílio Vaticano II.

Por fim, inspirados pelo Espírito Santo de Deus, fomos gerando o tema e lema, costurando as várias sugestões que foram surgindo. Ficou assim:

Tema: CEBs – Fermento de Transformação da Sociedade!
Lema: Povo de Deus, Dialogando com as Realidades a Serviço da Vida.

    O próximo passo agora é saber como esse tema e lema nos ajudam a refletir, e nos posicionarmos frente os vários desafios que essas realidades nos apresentam.
    O que de fato implica afirmarmos que as CEBs são Fermento de Transformação? Qual a conduta, o posicionamento que esperamos das CEBs perante situações que não condizem com o Projeto de Deus? E sobre a Sociedade, o que queremos transformar? O que está acontecendo ao nosso redor que não nos agrada?
    Somos Povo de Deus, um povo escolhido. Ops! Escolhido pra quê? Qual nossa missão enquanto cristãos/ãs seguidores/as do CAMINHO percorrido por Jesus de Nazaré? O que estamos fazendo para atender ao pedido do Papa Francisco de sermos essa Igreja em saída, Samaritana, mais aberta, acolhedora e profética? Qual nosso posicionamento político perante a atual conjuntura do país? Ou ainda pensamos que igreja (fé, religião) e política não se misturam e não se discutem?
    Dialogando: Interessante! Ao dizer que somos povo que dialoga não nos colocamos a parte das diversas realidades onde estamos inseridos, mas nos mantemos em contato-diálogo, às vezes mais perto, às vezes mais distante. Quais são mesmo essas Realidades de nossa sociedade e igreja que queremos transformar? Olhando para essas realidades, quem são esses novos excluídos/as? Eles/as têm rosto? Corpo? Sofrem? Por quê? Como nós, CEBs, podemos contribuir para que eles/as se tornem sujeitos/as e transformem essas realidades de exclusão?
    Bom, nesses caminhos certos e incertos, em meio a tantas perguntas, dúvidas, desejos e anseios, nossa fé sempre nos aponta caminhos, nos põe a Serviço da Vida. E é esse desejo por Vida que nos leva a olhar pra vida do povo, enxergar essas novas realidades, recriando as relações, unindo lutas comuns e formando comunidades.
    Com Coragem e Ousadia, sigamos os próximos passos pra fazer as transformações acontecerem.


Texto extraído da cartilha de estudos do 28° Enc Arquidiocesano de CEBs.


O 28° Encontro das CEBs da Arquidiocese de Porto Alegre Acontece nos dia 07 e 08 de novembro de 2015. Para ter acesso a Cartilha de estudos do encontro clique AQUI e para se inscrever pra participar clique AQUI.

sábado, 5 de setembro de 2015

Cartilha do 28° Encontro Arquidiocesano das CEBs



Irmãs e Irmãos,

Coragem e Ousadia!

Com muita alegria partilhamos com vocês a cartilha de estudos em preparação ao 28° Enc. das CEBs da arquidiocese de Porto Alegre.
Nosso encontro vai ocorrer dias 07 e 08 de novembro próximo na Comunidade Sagrado Coração de Jesus em Canoas com os tema e lema respectivamente:

CEBs - Fermento de Transformação da Sociedade.
Povo de Deus, Dialogando com as Realidades a Serviço da Vida.

Para ajudar na preparação do encontro preparamos uma cartilha de estudos com reflexões sobre tema e lema do encontro e sub-temas que serão trabalhados em oficinas durante o encontro. Além dos textos a cartilha contem uma Carta de Dom Jaime Spengler convidando para o encontro, a Carta do Papa Francisco em ocasião do 13° Encontro Nacional das CEBs, cantos populares das CEBs, mais informações sobre o encontro e a Oração na contracapa.

A idéia é que os textos sejam lidos e debatidos nas comunidades, em grupos de famílias, entre os/as delegados/as do encontro e demais lideranças das comunidades. Todas as reflexões obtidas com os estudos serão retomadas nos dias do encontro, por isso, pedimos que as mesmas sejam repassadas para as lideranças das CEBs dos Vicariatos. Caso você não seja da Arquidiocese e deseja participar do encontro entre em contato pelo e-mail: casadapartilhapoa@gmail.com, ou com um dos endereços eletrônicos ou telefones contidos no final da cartilha e nos envie também suas reflexões e sugestões.

As Cartilhas impressas já estão sendo distribuídas nas comunidades, mas se você não teve acesso segue abaixo a cartilha para download. Casa não esteja conseguindo baixar entre em contato pelo
e-mail: es.marcelosoar@gmail.com, que enviamos a cartilha.

Uma boa leitura e até o 28°!

Inscrição para o 28° Arquidiocesano das CEBs



Irmãs e Irmãos,

Coragem e Ousadia!

E com muito prazer e ansiosidade que iniciamos as inscrições para o 28° Encontro das Comunidades Eclesiais de Base da Arquidiocese de Porto Alegre
Nosso encontro vai ocorrer dias 07 e 08 de novembro próximo na Comunidade Sagrado Coração de Jesus em Canoas com os tema e lema respectivamente:

CEBs - Fermento de Transformação da Sociedade.
Povo de Deus, Dialogando com as Realidades a Serviço da Vida.

As fichas de inscrições já estão sendo distribuídas nas comunidades de nossos Vicariatos, mas se você não esta ligado a nenhuma comunidade ou é de outra diocese mas deseja participar do encontro dispomos abaixo a ficha de inscrição para download.

Preencha a ficha e nos envie para o email: casadapartilhapoa@gmail.com.

Ao receber sua ficha podemos passar mais informações sobre o encontro.

É com muita alegria e ansiedade que esperamos sua inscrição.

Com a Coragem e Ousadia dos/as Santos/as Mártires, 
Há-Braços!












* Para fazer o Download Clique na imagem acima, quando abrir a ficha de inscrição clique no botão no canto inferior direito [circulado em vermelho conforme imagem ao lado] e em seguida clique em download.

** Verifique em sua pasta de download se deu certo, se você não conseguiu nos peça a ficha pelo e-mail: casadapartilhapoa@gmail.com

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Minha história em Santa Cruz de La Sierra – Bolívia

Por Adelaide Maria Klein*


Ao atender uma ligação de um grande amigo, Waldir, me convidando para o Encontro dos Movimentos Populares na Bolívia, não poderia jamais imaginar que resultaria numa experiência tão marcante quanto esta vivida durante os dias 5 a 12 de julho. Encontrar com os Movimentos Populares da América Latina, Movimento dos Sem Terra, Pequenos Agricultores, Mov. Atingidos por Barragens, Mov. de Mulheres Camponesas, Via Campesina, Levante da Juventude, Comunidades Eclesiais de Base, Trabalhadores e Trabalhadoras de Artesanato, Recuperação de Fábricas, Movimento Nacional de Luta por Moradia, Quilombolas, Grupos Indígenas, entre outros tantos. Encontrar um indígena Presidente da República Plurinacional da Bolívia, Evo Morales, e encontrar o Papa Francisco, um papa que depois de muito tempo se identifica com os pobres, com os excluídos, devolvendo-lhes a esperança, motivando-os e reforçando a fé num Deus libertador, o “Deus (que) ouviu o clamor de seu povo”, reforçando a “fé revolucionária”!!!

Antes ainda de relatar a minha experiência durante estes dias, não posso deixar de agradecer a solidariedade de amigos e amiga, irmãos e irmã, de perto e de longe que ajudaram a possibilitar financeiramente esta participação.

Foi encantador iniciarmos esta longa jornada de ônibus e ver a diversidade e a riqueza de pessoas e representações. Alguns já se conheciam, mas a maioria não. Uniam-nos os objetivos tão comuns, as mesmas dores por estarmos vivendo aqui no Brasil um retrocesso na conjuntura política, social, mas também os mesmos sonhos de que a nossa força e organização podem construir um outro mundo possível.

Por ser uma viagem longa, por dificuldades de várias ordens, fomos nos superando e solidarizando ainda no caminho, quando um companheiro e uma companheira não puderam entrar na Bolívia, por problemas na documentação, assim permanecendo em Corumbá- MS até a nossa volta.
Ainda no ônibus, ao distribuirmos o material resultado do I Encontro Mundial de Movimentos Populares em outubro de 2014, descobrimos que um dos presentes, o Rodrigo do Levante Popular da Juventude, havia participado deste.



Por conta de alguns encaminhamentos, ou a falta destes, chegamos com um dia de atraso na Bolívia, perdendo a abertura e o primeiro dia de trabalhos (dia 7). Chegamos quase às 3:00h, horário da Bolívia, na escola que nos alojou, Módulo Educativo Humberto Vasquez Machado. Lá nos aguardavam com a janta e para nos encaminhar aos quartos e salas.

O tema do Encontro – Madre Tierra, Techo, Trabajo, Integración de los Pueblos – já nos instigava por si só, pois reunia todas as mazelas da humanidade.

Chegar ao Coliseu (um dos muitos ginásios de esportes) e ver tanta diversidade de povos, etnias, cores e movimentos, ver os olhos de tanta gente brilharem e se motivarem a cada colocação que nos contemplava, mas que também nos desafiava a lutar sempre mais. Em vários momentos, as denúncias de violações de Direitos nos chocavam. Aprendemos também sobre a importância da coca para o povo Boliviano, que a todo momento nos oferecia bons punhados da folhinha, assim como nós gaúchos e gaúchas oferecemos o nosso melhor chimarrão para quem chega ao nosso encontro, para sair revigorado em mais uma andança ou caminhada. Descobrir o significado da linda bandeira colorida, quadriculada a Whiphala, as sete cores, perfeição…. fiquei maravilhada! As trocas de experiências com movimentos de outras regiões e países, ver o povo campesino falar com paixão da terra e do que se produz nela, ou o que está matando a terra e nossa gente.  Nos trabalhos de grupos, levantar as necessidades para as mudanças que são urgentes, o clamor por reforma e repartição das terras, o cuidado com a água que está acabando, os transgênicos que precisam ser barrados, os agrotóxicos que matam toda a vida do planeta, a terra que precisa ser vista muito mais que terra para plantar, para nos pertencer, uma terra que deve ser vista como parte essencial nossa, pois nós é que pertencemos a ela (nunca mais me esquecerei disso). A grande expectativa era absorver todas as contribuições e necessidades para entregar o documento ao Papa Francisco, que embora seja uma das maiores autoridades religiosas do mundo, em nossos sentimentos, era o “Chiquinho”, um de nós, um dos nossos!!! Mas um dos nossos que se dispôs a construir com o povo simples, trabalhador, organizado, que consegue ser criativo e achar soluções e saídas para as necessidades, que são tantas, para que todos e todas tenham vida digna, na sociedade do “Bem Viver”!!!

Por vários momentos a emoção tomou conta de mim ao ver aquelas fileiras de povos nas ruas, que caminhavam com esperança, com gritos de ordem, com canções que animavam e encorajavam a luta e a caminhada para o encontro com o Papa Francisco!!!

A expectativa do encontro com o Papa é algo inexplicável. Por tudo o que ele representa, é diferente de tudo… porque ali tem uma esperança real, uma identificação diferente de outras, uma autoridade que se coloca a serviço, se coloca com os pequenos…. Bem, o povo tentou se atropelar para chegar ao papa, tocá-lo, cumprimentá-lo…. e ele sempre generoso, sorridente, maravilhoso.

As falas do presidente Evo Morales, um estadista muito querido pelo povo boliviano, foram muito aplaudidas, especialmente quando disse: “Aqui na Bolívia Gringo não vem mandar, aqui na Bolívia quem manda são os índios!!!!”

Mas, diante das falas do Papa Francisco ali na Expocruz, meus pensamentos se voltavam ao nosso querido Brasil, ao nosso povo, às nossas comunidades. Tantos problemas, tantas dificuldades, a fase cruel de luta de classes que está fortemente instalada no Brasil, a situação política social que vem num retrocesso de perda de Direitos, as políticas de estado que não têm priorizado e trabalhado para o povo. Lembrei das nossas Comunidades Eclesiais de Base e fiquei pensando se não era necessário fazer acontecer um grande sínodo, mas muito grande, com todo o clero, para absorver nas falas e na prática as mudanças necessárias e tudo o que implica em uma cultura de paz, uma cultura do “Bem Viver” aos cristãos e cristãs!!!

Por várias vezes Francisco repetiu a necessidade de não haver “Ninguna familia sem Techo, Ningún Campesino sin Tierra, Ningún Trabajador sin Derechos”. E a nossa realidade é tão dura… Por isso, muita luta e organização nos aguardam!!!

Saio de Santa Cruz de La Sierra com uma certeza: a Divina Ruah continua soprando o seu Espirito, a sua luz. Onde e quando a gente não sabe, não vê, nada sabe, possibilitando que a “ Fé Revolucionária” e a Esperança renasçam e se fortaleçam sempre!!!

*Adelaide Maria Klein [no centro] faz parte do Centro de Estudos Bíblicos – CEBI, CEBs e Movimentos Populares. Foi convidada a representar estas entidades no encontro dos Movimentos Populares com o Papa.